O seu a seu dono!
Há mais de um mês que tentava colocar um post e não conseguia. Não por falta de ideias. Simplesmente “esbarrava” no último post que havia colocado e ficava tempos infindos a ler e reler para depois fechar o computador sem ter acrescentado uma linha, porque o nó que me apertava a garganta era demasiado forte e impeditivo de escrever o que quer que fosse, tirava-me as forças e a capacidade de escrever. No fim-de-semana passado, a Caty viu o blogue, enviou uma mensagem e deixou um comentário. Foi o suficiente para eu ganhar novo ânimo, ultrapassar as barreiras que me impediam de acrescentar o que quer que fosse e voltar a “despejar” aqui tudo o que me vai na alma. Profundo, diz ela
. Não, princesa, apenas deixar extravasar o que vai cá dentro. É começar a teclar e quando se dá por ela já está um testamento enorme. São palavras vindas de dentro, não rebuscadas só para ficar bonito, ou para agradar a quem quer que seja. Até porque não creio que tenha muitos seguidores ou mesmo visitantes. Não que me importe; nada disso. O objectivo é mesmo traduzir em palavras ideias, sentimentos, vivências… Se alguém entretanto “tropeçar” e gostar… melhor ainda. Se não gostar, nada a fazer.
Obrigada pela força e pela coragem Caty e “fogo, a storzinha voltou a falar em mim ”
! Bjoooooo, linda
