Há dias assim…
Para a Caty, com um muito obrigada sincero pelo carinho e puxões de orelhas quando fico muito tempo deste cantinho, só meu e do mundo…
Há dias assim…Publicado por Manuela Sousa em 20/03/2010 às 15:03 | 1 Comentário
Para a Caty, com um muito obrigada sincero pelo carinho e puxões de orelhas quando fico muito tempo deste cantinho, só meu e do mundo… Categorias: Geral Etiquetas:
As redes sociaisPublicado por Manuela Sousa em 23/02/2010 às 16:02 | Deixe um Comentário
Facebook, Twitter, hi5,… Ninguém pode negar que as redes sociais estão na moda e são muitas as pessoas que aderem e passam horas da sua vida em fente do ecran de computador em salas de chat ou apenas deixando comentários, pensamentos, etc, acerca de tudo ou nada. “Nós”, aqueles que temos ocupações laborais que não nos permitem estar em frente ao computador muito tempo do nosso dia, comentamos que há quem se torne de tal forma dependente destes “posts”, se assim podemos chamar, que só falta dar conhecimento aos seguidores que vão fazer um pequeno interregno para irem satisfazer as suas necessidades fisiológicas… Como em tudo na vida, o bom senso deve reger todas as nossas atitudes e opções, inclusivamente quanto tempo temos para descomprimir ou fazer um intervalo numa determinada actividade e onde o vamos fazer. Ninguém tem o direito de nos criticar, nem que seja por brincadeira, principalmente aqueles que mais uso fazem destes meios de comunicação e que chegam ao exagero de partilhar a música que se está a ouvir em cada momento! Categorias: Geral Etiquetas:
Mais um antigo aluno, mais um momento únicoPublicado por Manuela Sousa em 13/12/2009 às 21:12 | Deixe um Comentário
Esta coisa dos Blogues é sem dúvida muito interessante, mas quem tem mais do que um, vê-se muitas vezes dividido entre a escolha a fazer. Como a azáfama em Área de Projecto tem sido muito grande, é mais por lá que vou passando mais tempo. Desta vez tive o enorme prazer de conviver com três pessoas admiráveis que me deram uma lição de humildade, de modo de estar na vida, de simplicidade, que não fazem “bandeira” dos muitos troféus que coleccionam, das viagens que realizam constantemente, muitas das quais nem saem do aeroporto para mudarem o destino, e dos convites que lhe são endereçados vindos dos quatro cantos do mundo. É com a naturalidade de quem fala de uma garrafa de água que encontrou que se referem aos troféus e às classificações que vão obtendo nas “battles” em que participam. É com a timidez no olhar que o Lagaet ouve dizer que ficou entre os 16 melhores do mundo nos Estados Unidos em Novembro último. É com uma simplicidade chocante que o Max diz que ganhou o prémio para o melhor coreógrafo em concurso na Coreia… É com um sorriso timido e simpático que o Mix assiste à conversa como se ele não fizesse parte da crew! Deliciem-se com o vídeo de apresentação do Lagaet na RedBull BBOY One Quando eu fôr grande quero saber dançar assim… Rui Vilhena – UnpluggedPublicado por Manuela Sousa em 24/11/2009 às 12:11 | 2 Comentários
Estes são apenas breves instantes da presença do Rui Vilhena numa visita a um dos seus locais de origem – o COP. Para quem não conhece, o Rui Vilhena é um dos cinco membros das “Vozes da Rádio”, projecto que o catapultou para as luzes da ribalta e tornou mais visível o seu talento. Aliado a este há muitos outros projectos e, quando vos faltar ideias para um “programa” à noite, que tal ir até ao 17.º andar do Hotel D. Henrique, deixar-se deslumbrar pelas vistas magníficas da Invicta e ouvir boa música numa voz sempre agradável. Obrigada Rui, pela tua disponibilidade. Categorias: Geral Etiquetas:
25 anos, 25 êxitos e 1 abraço – o rescaldoPublicado por Manuela Sousa em 15/11/2009 às 19:11 | 1 Comentário
Há quem defenda que a melhor filosofia é partir para as coisas sem expectativas. Sabia de antemão que o concerto iria ser memorável uma vez que tinha já consigo o carimbo de “último”. Nunca haveria ponderado a possibilidade de ver um super enérgico Miguel Ângelo que pôs o coliseu ao rubro. De salientar que a média de idades da plateia seria elevada quando comparada com outros concertos. Mesmo assim os trintões e quarentões não deixaram os seus créditos por mãos alheias e não se fizeram rogados quando o apelo era de fazer-se ouvir. Inesquecível sem dúvida. Acabado o concerto, naquele misto de adrenalina e nostalgia, vinha a tentativa do “abraço” prometido, sem expectativas porque da última vez tinha sido realmente difícil. A primeira grande surpresa foi a disponibilidade do Staff (um abraço e obrigada pela forma simpática como nos acolheram) em permitir a entrada na área restrita, pedindo com simpatia e educação para darmos apenas prioridade à família. A seguir, e porque o espaço em cima é realmente muito pequeno, ficou decidido que o Miguel Ângelo viria cá a baixo cumprimentar os fãs e, depois de quase três horas de música, três mudas de roupa e muito suor derramado, lá desceu um Miguel Ângelo que, para além da camisa nova (a quarta, convenhamos), tinha o aspecto de quem estava a começar o dia, sem qualquer sinal de cansaço e muita disponibilidade para autografar, se deixar fotografar e ainda dar um muito mini concerto com uma fã muito especial. Sempre solícito, ele e a sua equipa, permitiram a subida de algumas pessoas que também gostariam de cumprimentar os restantes membros da banda, sendo o mais requisitado o “Capitão Fadigas”. Foi a magia do encontro, a surpresa imensurável de estar e partilhar momentos, que fossem, com esse grande senhor que se dá pelo nome de Capitão Fadigas. Não nego que sempre o achei uma figura emblemática da banda, se não a mais emblemática. Nunca me havia passadopela cabeça é que alguém com tamanho talento se desse ao trabalho de trocar ideias e requisitasse a presença dos fãs com quem estaria toda a noite numa amena troca de palavras e de piadas. Mesmo quando se dizia que nos iamos embora para o deixar descansar, ele respondia: “Espera só um bocadinho. Já conversamos …” como se a conversa não fosse já longa e muita coisa não houvesse já sido dita. Nesta noite inesquecível, o (Rui) Capitão Fadigas ganhou mais uma fã, pela suas simplicidade, pela sua disponibilidade, pela enimensurável capacidade de descer ao nível dos comuns mortais afirmamdo convictamente que mais importante que as pessoas terem assistido ao concerto, era a mensagem que lhe transmitiam, o feed-back que lhe faziam chegar, a partilha de experiências, porque, segundo ele, tinha ainda muito a aprender com os demais… Só mesmo os mais distraídos ou completamente moucos não tinham dado pelos solos excepcionais feitos por este excelente músico durante o concerto. Muitos dos artistas da nossa praça, amis novos e com muito menos talento, deveriam colocar os olhos nesta figura e noutras igualmente surpreendentes, que nos fazem acreditar que a simplicidade é sem dúvida uma característica extremamente valiosa no ser humano. Quantos, só porque têm um pouco de protagonismo ou porque vivem um momento mais alto das suas carreiras já desprezam aqueles que lhes dão o ser e acham-se demasiado superiores para perderam um pouco do seu precioso tempo com alguns fãs, só porque estão “muito cansados”. Onde se terá enfiado o cansaço daqueles cinco homens que tiveram que ser “empurrados” para fora do Coliseu porque o queriam fechar? Teria sido empurrado pelo vendaval que já se começava a anunciar ou terá ficado dissolvido na chuva que já caía copiosamente cá fora? Categorias: Geral Etiquetas:
25 anos, 25 êxitos e 1 abraçoPublicado por Manuela Sousa em 14/11/2009 às 12:11 | Deixe um Comentário
Tenho o (péssimo?) hábito de não ver diariamente a minha caixa de correio. por isso dia 27 de Outubro ao verificar a caixa de correio tinha a resposta ao meu mail. Não queria acreditar que me tinham respondido e que já haviam passado dias sobre essa mesma resposta que trazia uma sugestão que poderia ser a solução para a minha desilusão. Corrida até ao ticket on line, verificar os lugares disposníveis, embora continuasse um gordo e assustador ESGOTADO, e lá estavam os 2 últimos preciosos bilhetes à minha espera… Não queria acreditar. O s 2 últimos Quanto tempo…Publicado por Manuela Sousa em 27/10/2009 às 19:10 | 2 Comentários
Várias foram já as mensagens a solicitar mais “post’s” mas esta coisa da escrita não é de pedidos mas sim de sentimentos, vontades e disposição para colocar em palavras. Por vezes, basta um encontro furtuito, o reencontro de alguém que por qualquer motivo nos marca e lá vem o desejo de “despejar” o que nos vai na alma e nos faz brotar o sorriso. O dia de hoje não foi particularmente feliz. Nunca o é quando se vê alguém partir, mesmo que essa relação seja só de vizinhança, ainda que remonte aos tempos de berço. Mas foi precisamente o facto de me ir despedir de um vizinho, amigo, mais que muitos outros que nos unem por laços familiares, que me fez encontrar alguém muito especial e por que eu nutro grande carinho: omeu “Cristiano Ronaldo”. Assim foi por mim apelidado pela sua irreverência na sala de aula. Muito também pela fisionomia, com aquele sorriso travesso e cara de “puto” que está sempre pronto a aprontar. É assim que eu vejo o craque do futebol e é assim que eu vejo o João. Já lá vão uns anos, ele agora frequenta a Faculdade (coisa de gente grande!), mas o puto que conheci há uns anos atrás está lá, por detrás daquele sorriso travesso, do brilho do olhar e da forma como nos encara e nos fala. Gostei. Da mesma forma que gosto de encontrar muitos dos antigos alunos que de uma forma ou de outra me marcaram. Há sempre os VIP’s como em tudo na vida e o João é um VIP A controversa morte do “Rei da Pop”Publicado por Manuela Sousa em 13/07/2009 às 15:07 | 1 Comentário
Mais do que pela música, sempre admirei Michael Jackson pela sua capacidade inata de dançar. Não o desvalorizo enquanto músico, mas… Para além de um clip de quase 15 minutos que ainda hoje continua a marcar pela diferença, existia toda uma capacidade de dança que sempre me deixou boquiaberta. p.s. – I love youPublicado por Manuela Sousa em 09/07/2009 às 16:07 | 2 Comentários
Há quem defenda que os livros são melhores que as adaptações ao grande ecran; claro que há quem defenda o contrário. As experiências que tive até ao momento são muito limitadas, mas acabo por concluir que cada um no seu género não são passíveis de comparação. Aconteceu assim com o filme “As palavras que nunca te direi” e que só posteriormente li o livro; aconteceu agora com esta obra de Cecelia Ahern . No caso de duas outras obras de Nicholas Sparks que foram adaptadas ao cinema, “O diário da nossa paixão” e “O sorriso das estrelas”, aconteceu o contrário: primeiro li o livro e só depois vi o filme. Em qualquer dos casos, nenhum me desiludiu, ou porque já tivesse visto o filme há algum tempo e só depois li o livro, ou porque lesse o livro passado algum tempo de ter visto o filme. Seja qual for a situação, talvez a nossa postura perante os livros e os filmes dite qual preferimos ou não tenhamos preferências. Se estamos à espera de ver a reprodução integral do livro, então vamos ter preferências. No meu caso, disfruto de cada um deles no momento e por isso descubro as diferenças e semelhanças com prazer. Neste último caso, até está a acontecer uma coisa interessante. Já vi o filme mais do que uma vez e só agora comecei a ler o livro. Neste momento, estou com uma enorme vontade de voltar a ver o filme, tais são as diferenças que encontro. Está a dar-me enorme prazer ler o livro e aconselho-o a quem se predispuser a ler este tipo de literatura. O seu a seu dono!Publicado por Manuela Sousa em 09/07/2009 às 15:07 | Deixe um Comentário
Há mais de um mês que tentava colocar um post e não conseguia. Não por falta de ideias. Simplesmente “esbarrava” no último post que havia colocado e ficava tempos infindos a ler e reler para depois fechar o computador sem ter acrescentado uma linha, porque o nó que me apertava a garganta era demasiado forte e impeditivo de escrever o que quer que fosse, tirava-me as forças e a capacidade de escrever. No fim-de-semana passado, a Caty viu o blogue, enviou uma mensagem e deixou um comentário. Foi o suficiente para eu ganhar novo ânimo, ultrapassar as barreiras que me impediam de acrescentar o que quer que fosse e voltar a “despejar” aqui tudo o que me vai na alma. Profundo, diz ela Obrigada pela força e pela coragem Caty e “fogo, a storzinha voltou a falar em mim ” |
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